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quinta-feira, 11 de julho de 2013

Fim do impasse que atrasou obras federais em Sento-Sé

Reunidos na manhã desta quarta feira (10), na sede da Associação de Moradores e Pescadores do distrito Pirí, o superintendente da CODEVASF Emanuel Lima, o prefeito de Sento-Sé Ednaldo Barros, o vice-prefeito Manoel da Paixão, os vereadores João Borges, Darle dos Santos e Rudival Caitano, o presidente da Associação Carlos dos Santos e moradores do distrito, decidiram por fim ao impasse que vinha atrasando obras federais do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), há mais cinco meses no município.
 Por causa de desentendimento entre a construtora MAF e os moradores do Pirí, as obras de construção de vinte e seis sistemas integrados de abastecimento de água na zona rural de Sento-Sé estão atrasadas, comprometendo o cronograma de atividades da estatal vinculada ao Ministério da Integração Nacional. Tudo teria começado por causa da localização de uma área para a construção de uma estação de tratamento de água, dentro das instalações da sede da associação, sem previa autorização da entidade comunitária.
Indignados com a falta de respeito da construtora, os moradores reagiram e impediram o avanço das obras. O impasse foi parar na delegacia de polícia, aumentando ainda mais a confusão. Sem alternativas para conclusão dos serviços, a empreiteira paralisou as obras e acionou a CODEVASF.
Procurado pela superintendência do órgão, o prefeito Ednaldo Barros, articulou um encontro com  lideranças locais e os moradores, que se reuniram em assembléia e determinaram o fim do impasse. Com a desobstrução, os serviços serão retomados imediatamente para o alívio de quem sofre há anos com a falta d’água.
Ficou acordado que a estação de tratamento será construída em local de comum acordo com a associação, respeitando os limites das áreas reservadas ao lazer dos associados; será elaborado um projeto para implantação do esgotamento sanitário do distrito Pirí, bem como um estudo de viabilidade econômica e ambiental para a construção de canais de aproximação entre o lago de Sobradinho e as áreas de produção.
O presidente da associação encerrou a reunião agradecendo a todos, e ratificou a necessidade do dialogo, das consultas e audiências públicas antes de uma ação impactante como essa nas comunidades ribeirinhas.